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O que é ser abikú?

Os Abíkú são na verdade, espíritos que provocam a morte das crianças em que estejam encarnados, ou seja, que provocam a própria morte. A palavra de origem yoruba pode ser literalmente traduzida como: “Nós nascemos para morrer”.

A ação do Abíkú encarnando-se sucessivas vezes em crianças geradas por uma mesma mulher e provocando sua morte durante a fase de gestação, ou logo após o nascimento, mas sempre antes dos nove anos de idade, é tida e havida como uma verdadeira maldição.

Sabemos que o espírito, já em estágio de adiantada evolução, buscando acelerar ainda mais o processo, provoca esse tipo de fenômeno que, se do ponto de vista espiritual pode ser considerado benéfico, do ponto de vista material é visto como uma desgraça que se abate sobre uma família, determinando dor e luto constantes.

Os espíritos Abíkú formam um grupo denominado Egbe Orun Abíkú, que habita no mundo paralelo que nos rodeia, o Orun, morada dos deuses e dos antepassados.

No Orun, termo que pode ser corretamente traduzido para céu, este grupo de espíritos dividem-se em categorias, de acordo com o sexo, sendo que os pertencentes ao sexo masculino são chefiados por Oloiko (Chefe do grupo) e os de sexo feminino, por Iyajanjasa (A Mãe que bate e corre).

Na sua vinda do Orun para o aiye (terra), os espíritos, também conhecidos como Emere, estabelecem um pacto com Onibode Orun, o guardião dos portais do Orun, condicionando sua permanência, no nosso mundo, a determinadas exigências.

Através do pacto formalizado, alguns destes espíritos determinam-se simplesmente, não nascer, enquanto outros, determinados a voltar logo após seu nascimento, morrem subitamente, quer seja por acidente, quer seja por doença, assim que rompa seu primeiro dente.

Todos os Abíkú são considerados espíritos infantis e possuem companheiros ou amiguinhos mais chegados, com os quais costumam brincar no Orun. Logo que uma destas crianças nasce, seu par começa a interferir na sua vida terrena, aparecendo-lhe em sonhos ou atormentando-o de diversas formas, para que não se esqueça do compromisso assumido, e que retorne, o mais rapidamente possível, ao seu convívio.

Segundo a lenda, os que vieram à terra, pela primeira vez, na localidade denominada Awaiye, trazidos por Alawaiye, rei de Awaiye e seu chefe no Orun. O grupo era formado por 280 espíritos que, parando no portal do céu, fizeram diversos pactos, condicionando seu retorno a diferentes situações, que variavam de acordo com a escolha de cada um. Desta forma, alguns estabeleceram a data de sua morte para depois que vissem, pela primeira vez, o rosto de suas mães; outros, para quando completassem sete dias de nascidos; outros ainda, para quando começassem a andar; alguns, para quando ganhassem um irmão mais novo; outros, para quando se casassem ou construíssem uma casa. Aqueles que nascessem comprometiam-se a não aceitar o amor de seus pais e, todos os presentes e agrados recebidos, seriam inúteis para retê-los na Terra, ao passo que alguns, se comprometeram, simplesmente, a provocarem seus próprios abortos, não chegando sequer a nascer. Estabeleceram ainda que, se seus pais adivinhassem seus rituais, roupas e oferendas, e, se em tempo hábil os oferecessem, concordariam em permanecer neste mundo.

Determinaram ainda entre si um ritual no qual, roupas, chapéus e turbantes tingidos de osun, com valor simbólico de 1.400 cawrís, deveriam ser pendurados nas árvores de um bosque especialmente consagrado para seu culto. Folhas sagradas deveriam ser friccionadas em seus corpinhos já tingidos de osun, shaworos seriam colocados em seus tornozelos, pequenas incisões seriam feitas em seus corpos, e, através delas, pós mágicos de diversas folhas, seriam inseridos como proteção. Com os mesmos pós, seriam confeccionados amuletos de couro, denominados ondê, que deveriam ser presos às suas cinturas. Alguns deles deveriam levar nos tornozelos, argolas e correntes de ferro, para evitar que fugissem para o Orun e, suas oferendas, conforme determinariam os Itan Ifá, seriam compostas de cabras, pombos, galos, doces, diversos tipos de cereais, bebidas e guizos, que deveriam ser entregues no bosque sagrado, soltas nas águas de um rio, ou enterradas em suas margens. Somente assim, concordariam em permanecer sobre a Terra.

Apesar disto, se Iyajanjasa ou Oloiko insistissem em levar alguns deles de volta para o Orun, seus corpos sem vida deveriam ser marcados com escarificações, queimaduras ou mutilações, para que seus colegas do Orun, não os reconhecendo, se negassem a aceitá-los no egbe. As mesmas marcas, reaparecendo nos corpos que tomassem para renascer, serviriam para que pudessem ser identificados e, imediatamente, submetidos aos procedimentos mágicos que fariam com que prolongassem suas vidas.

Segundo as tradições, o Ipori ao atingir elevado estágio de evolução, costuma reunir-se em grupos, aguardando em copas de determinadas árvores consideradas sagradas, situadas em trilhas existentes em alguns bosques. A passagem de uma mulher de “corpo aberto”, ou seja, em fase de menstruação, é por ele esperada para que, através dessa “abertura”, possa estabelecer-se em seu interior, aguardando ali, que ocorra a fecundação, quando então, aloja-se no embrião, dando início a uma nova encarnação que poderá ser interrompida antes do total desenvolvimento do feto, ou num período de nove anos após o nascimento, conforme seja o seu plano de mais rapidamente processar sua evolução.

A ocorrência de abortos sucessivos, ou a morte dos filhos ainda pequenos, configuram-se como sintomas da presença de um Abíkú e, contatada essa presença, a mulher afetada deve submeter-se a um complexo tratamento espiritual, tendo que reunir-se a um grupo denominado Egbe Obá, onde é praticado um culto específico a Abíkú.

Como parte integrante do Egbe Obá, a mulher passa por uma série de procedimentos ritualísticos que visam garantir o nascimento de seu próximo filho, não por intermédio da expulsão do Abíkú alojado em seu corpo, mas através de sua concordância do mesmo em nascer e continuar vivendo no corpo em gestação, por um período correspondente à média normal de vida humana.

Um babalawo, especialista no trato com, indica o ebó que irá garantir o nascimento com vida do próximo filho da mulher em questão, mantendo-o vivo, retendo-o sobre a Terra e rompendo, definitivamente, sua ligação com o Orun.

Iniciado o tratamento espiritual, a mulher tem o corpo, principalmente o abdome, esfregado com folhas sagradas, toma banhos e chás das mesmas folhas e passa a cuidar de uma entidade feminina chamada Egbe Eleriko, que atormenta as crianças durante o sono, produzindo marcas e ferimentos superficiais em seus corpos.

Um assentamento de Egbe Eleriko é feito em sua casa, onde, anualmente, serão oferecidos sacrifícios de animais, com toques, cânticos e danças ritualística.

Esta entidade tem que ser cultuada permanentemente e, a cada cinco dias, cabaças com oferendas lhe é oferecida num rio.

Dentro destas cabaças são colocados ovos, obís, favas bejerekun, akasá, bananas, doces, inhame, acarajés, cana-de-açúcar e penas ekodidé, tudo em número de seis. A cabaça é fechada e, depois de colocada dentro de um saco, é entregue nas águas de um rio, acompanhada de rezas

Apesar de atormentar as crianças, Egbe Eleriku tem o poder de dar filhos e fortuna às mulheres que a cultuam e nem todas as crianças são por ela perseguidas.

Um oriki de Egbe Eleriko, recolhido em Ibadan, demonstra a ligação acima referida, e serve como uma súplica feita pelas mulheres que, sob sua proteção, desejam filhos sadios e livres da praga.

Um procedimento muito usado para constatar a presença do Abíkú, no caso de falecimento de uma criança de menos de nove anos, faz parte de um ritual durante o qual, o cadáver do pequenino, depois de lavado com infusões de ervas sagradas, é marcado com cortes superficiais em diversas partes do corpo, feitos com afiadas lâminas de aço. Através destas escarificações são introduzidos alguns tipos de pós obtidos da moagem de elementos naturais, considerados mágicos. Cortes mais profundos são feitos no alto da cabeça e o lóbulo de uma das orelhas é extirpado. Um guizo de ferro fornecido pelo Egbe Obá é atado ao tornozelo do cadáver que, só então, receberá sepultura.

A próxima criança gerada pela mãe do falecido, se apresentar uma das marcas feitas no cadáver de seu irmão, se possuir lóbulo duplo ou bipartido numa das orelhas, ou ainda, se possuir um sexto dedo num dos pés ou mãos, estará caracterizando a presença do Abíkú, devendo ser imediatamente submetida aos rituais que lhe preservarão a vida e que, da mesma forma que os procedimentos relativos ao cadáver de seu falecido irmão, só podem ser ministrados por um sacerdote do culto de Ifá, Babalawo consagrado e especializado neste tipo de ritual.

Assegurado o nascimento da criança, e tendo esta efetivamente nascida com vida, deverá então ser submetida aos rituais propiciatórios, para que o espírito permaneça naquele corpo, com a garantia de que será aquela a sua última encarnação.

Um ebó será preparado, com um pedaço de tronco de bananeira vestido com roupas e gorros tingidos de osun e bordados de búzios e guizos. Pendura-se tudo nos galhos de uma árvore e, no chão, arria-se, ao redor do tronco, pratos ou alguidares de barro contendo inhame, acarajé, ekurú, akasá, canjica, doces, frutas, bebidas, folhas ritualísticas, tudo bem coberto com mel de abelhas. Uma cabra, um pombo e um galo são sacrificados e arriados no local, onde permanecerão por algum tempo. Depois, embrulham-se os corpos dos animais sacrificados num pano branco, cobre-se com bastante pó de efun, amarra-se e enterra-se nas margens de um rio, ou despacha-se nas águas, de acordo com a orientação obtida através do oráculo.

Na confecção do ebó, não são utilizadas rezas ou cânticos, sendo exigida, isto sim, a presença dos pais do Abíkú, que deverão saber o objetivo do ebó. As mesmas folhas oferecidas no sacrifício serão utilizadas em banhos e na confecção de pós mágicos que serão esfregados nas incisões do Abíkú e na preparação do amuleto ondê, que deverá acompanhá-lo pelo resto da vida. As folhas têm que ser consagradas antes de sua utilização e, para isso, possuem ofós específicos, que ressaltam suas qualidades e funções.

Formalizado o pacto, a criança viverá normalmente, como qualquer ser humano, só devendo morrer em idade bastante avançada. Acredita-se que os seres humanos dotados de espírito Abíkú, talvez pelo alto grau de evolução de seu Ipori, são dotados de muita inteligência e, no decorrer de suas vidas, transforma-se em verdadeiros líderes, dedicados ao bem estar de sua comunidade e principalmente dos seus familiares.

Às crianças Abíkú que conseguem sobreviver, são dados nomes específicos que fazem referência à sua especial condição de nascimento. Isto deverá ocorrer sempre, no sétimo dia depois de seu nascimento – se for menina, ou no nono dia – se for menino. No caso de gêmeos, os nomes serão dados no oitavo dia após o nascimento. Esta festividade que comporta um ritual é denominada Ikomojade, e tem por finalidade principal, dar aos Abíkús, nomes que desestimulem sua volta ao Orun, alguns dos quais, com seus respectivos significados em português, relacionamos em seguida:

 

Malómo – não vá embora novamente

Kosokó – não existe mais terra- a terra acabou

Banjokô – sente-se e fique comigo

Durosimi – espere para me enterrar quando eu morrer

Jekiniyin – permita que eu tenha um pouco de respeito

Akisotan – não existe mais mortalha para o sepultamento

Apara – aquele que vai e vem

Okú – o morto

Igbe Koyi – nem a floresta quer você- a selva rejeita essa criança

Enú- Kún-Onipê – o consolador está cansado

Tijú-Icú – envergonhe-se de morrer

Buro-Orí-Iké – fica, espere e veja como serás mimado

Aiye Dun – a vida é doce

Aiye Lagbé – ficamos no mundo

Age Igba – que a riqueza não se perca

Ajuki – o morto viverá

Apaara – frequenta minha casa

Ayomu mo – vai pra o céu e volta

Bajoko – senta-se ao meu lado

Duro – me atende e fica

Duro Joyé – continua a gozar a vida

Sinmi – é difícil ficar enterrado

Shome – difícil fazer as crianças permanecer

Toyé – se ficares, receberás homenagens

Wojú – difícil olhar para os meus olhos

Ebe Loko – implora pra ficar

Ení Lolobo – alguém partiu e voltou

Inu Kuno naipe – estou cansado (a) de receber pêsames

Ikú Faryin – a morte perdoa

Iletan – está acabado

Kike – indulgente

Kaje Yu – não é aceito pra morrer

Kokun – não morras mais

Koni Bi Re – não vai lá

Kosile – não vai enterrar mais

Ifari – chamemo-lhes

Kosoko – não vai cruzar o túmulo

Kumipayi – Kuti – a morte não mata mais este aqui

Maku – não morre mais

Matnami – não larga mais a vida

Obi Mesan – não vingarás

Ikú Okura – a morte é apenas um nome

Oku se Hiyn – o morto que retorna

Amatunde – o menino que retorna

Orun Kun – o céu está cheio

Ratini – suporta-me

Tomi Mowo – quem sabe como cuidar

Tijuiko – vergonha da morte

Jekin-niyin – me dá seu preço

Akuji – o que está morto, desperta

Omotundé – a criança voltou.

 

Como se vê, os nomes abíkú renegam a morte e a possibilidade de retorno ao Egbe Orun. Ressaltam a vida e o quanto é bom desfrutar das coisas existentes sobre a Terra, principalmente o amor dos pais e irmãos. Estas crianças devem ser chamadas, sempre, por estes nomes, o que ajuda o rompimento definitivo do seu vínculo com o grupo Emeré.

Periodicamente oferecem-se comidas ritualísticas às crianças Abíkú, o que acontece, invariavelmente, por ocasião de seus aniversários natalícios, produzidas principalmente, com feijões e óleo de palma. Acredita-se que durante estes festivais, os espíritos Abíkú se apresentam e, ao participarem do evento, são apaziguados.

A noção do Abíkú existe em quase toda a África negra, variando apenas na forma de tratamento deste fenômeno. Vários povos mantêm a mesma crença, embora dêem a eles, nomes diferentes. Os igbos os chamam de ogbanje, eze-nwany, agwu ou ainda, iyi-uwa-ogbanje. Entre os nupe, são conhecidos como kuchi ou gayakpeama. Os fanti os conhecem pelo nome de kossamah, os akan pelo nome de awomawu, e os haussa chamam-nos de danwabi ou kyauta.

Também entre os povos bantu, originários do Sul da África, encontramos os uafú zá kuíza, cujos funUm Itan de Ifá revela, por intermédio do Odu Irosun Meji, um sacrifício específico para garantir o nascimento de uma criança.

14 comentários

Nenhuma menção ainda

  1. Luciana disse:

    Perdi um filho recentemente no meu ventre.Me interessei pelo assunto

    1. Neto disse:

      Sou adepto do Iorubá e te alerto se vc tiver outro filho procure o mais rápido possível um Pai de Santo IORUBÁ, pois eu tive problemas por nove anos com meu filho sem saber que ele era Abiku 5 dias após ele nascer perdi meu emprego minha vida virou um inferno com minha esposa enfim tudo que é ruim aconteceu na minha vida, depois que descobri que ele era Abikú com um Pai de Santo Iorubá, como num passe de magica minha vida progrediu novamente, quase totalidade das pessoas nem imaginam o que é isso tem medo ou vergonha mas no mundo ocidental isso é totalmente desconhecido, se vc por acaso ler este depoimento leve a serio , ou sua vida vai ser um inferno total, não quer te colocar medo mas procure ajuda…
      Não é necessário se converter, não precisa frequentar ou fazer adoração, é como se vc passasse por um tratamento só isso, e sua vida será outra, não busque riqueza financeira, só riqueza espiritual, se livre de doenças, problemas e angustia eu sigo a 30 anos e sou feliz…..

  2. lourdes disse:

    sou abiku e trago um pequeno furo na orelha direita, ser abiku também esta relacionado ao carma que a pessoa carrega? por que a vida das pessoas abiku é muito dicil em todos os sentidos especialmente a vida amorosa, desde que descobri que sou abiku fiquei muito triste e não aceito porque só tenho sofrimento

  3. vera disse:

    Gostaria de fazer algumas perguntas sobre Abikú.

  4. barbara disse:

    gostaria de saber como posso agradar essas crianças pois eu fui gemeas o meu irmão nasceu e morreu e eu fiquei!me responda por favor

  5. Julya disse:

    Gostaria de saber como identificar um Abiku, pois engravidei e após 3
    Meses tive um aborto espontâneo cuja a causa nunca soube ao certo. Tenho
    Casos semelhantes em minha família, minha avó paterna fez alguns abortos,
    e tenho problemas no meu casamento, vida familiar e profissional…
    Peço a vossa ajuda.

  6. Cláudia disse:

    Meu nascimento foi difícil, quase morri. Depois minha mãe se iniciou no candomblé, ela me contou que eu bebê ainda tive uma doença séria, sua mãe de santo pediu que ela me buscasse com urgência pois eu corria risco de vida. Me recordo que até os meus 7 anos de idade no dia do meu aniversário eram oferecidas obrigações na praia Para Oxalá e Yemanja. Depois dos 7 anos me colocaram uma guia de Oxalá e contregun na cintura. Ela informou à minha mãe que sempre tomasse cuidado com a minha saúde e que ninguém colocasse a mão na minha cabeça.
    Hoje tenho 48 anos e iniciou a minha mediunidade de incorporação, mas isso só acontece quando estou bem uma sessão espírita seja na Umbanda ou um kardecismo na hora do passe. Dentro do candomblé nunca senti a aproximação.
    Como a mãe de santo de minha mãe já é falecida não tenho como tirar minha dúvida. Minha vida sempre foi de altos e baixos, muitos falecimentos de parentes queridos e de muitas dificuldades. A questão é a seguinte: diante do exposto, eu sou Abiku?

  7. Patricia disse:

    Eu quero saber que com quinze anos eu tive um aborto depois tive um filho com dezenove ela é abiu? Um abiu vem depois d uma morte? E depois tive outro filho isso oito anos depois

  8. wagner souza disse:

    olá,o certo é as pessoas que sabem que saõ Abikus,precisam realizar uma oferenda p os mesmos .

  9. Bruno disse:

    Também nasci com um pequeno buraco na minha orelha doreita e vi que a Lourdes disse que tbm tem
    Isso tem haver seria algum sinal indicando em que a pessoa é Abiku?

  10. Rafael disse:

    Boa caro irmão, sou abiku identificado pelo ifa, sou filhos de santo, há anos pratico a umbanda e agora chegou a minha de transmutar isso tudo, graças a oxalá essa mudança começa dentro do nosso interir é um estudo profundo, mas gostaria de saber se na sua opniao pelos sesu estudos o espirito abiku igual a min, faz santo ? tem missão de sacerdócio ? raspa e talss…..obrigado

  11. Karla rogeria disse:

    Olá abriku pode receber orixas pode ser raspado. No santo

  12. Fábio disse:

    Olá, sou emere…

    O texto fala muito em Ifá, mas no Candomblé, como é aparudo e mantido essas “Obrigações”? Acredito que não Candomblé não cultismos diversas divindidades citadas no texto, como é cultuado aqui? Obrigado, Motumba à todos!

    1. Fábio disse:

      Continuando… Realmente a vida é muito difícil para um Emere, a vida é de altos e baixos, muitas vezes sinto um ódio terrível dos meus que não sei de onde vêm, doenças desde o nascimento, instabilidade financeira, ideias ruins… Não tem sido fácil!

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