Participaram do evento representantes do Movimento Negro, grupos LGBT, comunidades de religiões de matriz africana, ciganos, Movimento Nacional da População de Rua, Movimentos Populares de Saúde, entre outras minorias.
Reunidos no encontro nacional, os grupos prepararam uma carta para o ministro da saúde, José Gomes Temporão, pedindo mais respeito e políticas públicas ligadas à diversidade.
Durante sua palestra, Mãe Lúcia cobrou mais capacitação para o atendimento de várias culturas e raças. “O programa Humaniza SUS ficou só no papel. É preciso respeitar as religiões africanas, muitas pessoas se sentem agredidas. Justo em um momento de tanta fragilidade, alguns atendentes tentam imputar a religião deles, coagindo os pacientes”, disse a ialorixá.
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